Transformação através do autoconhecimento

Marta Fonseca
Marta Fonseca

Conheça agora a minha trajetória de transformação através do autoconhecimento.

Olá!

Sou Marta Fonseca, psicóloga e mentora, apaixonada pela Psicologia e por estudar sobre alimentação, nutrição, saúde, bem-estar entre outros assuntos. Esse interesse nasceu desde bem nova, por conta da minha relação complicada com o corpo e com a comida. Meu processo de mudança, minha experiência como psicóloga clínica e meus estudos são fatores que me trouxeram até aqui.

Sou tão apaixonada por esses temas, que até tirei uma licença do Banco Central, onde trabalho como servidora na área de promoção de saúde e bem-estar, para me especializar e contribuir ainda mais com a jornada de vocês. Então, cheguei na Universidade do Porto, Portugal, justamente para fazer um doutorado sobre bem-estar, nossa relação com o corpo e com a alimentação.

A minha transformação através do autoconhecimento levou nove anos para acontecer. Foram idas e vindas para chegar numa relação tranquila e plena com a alimentação e com meu corpo. Por isso, hoje eu ajudo pessoas a encurtarem esse caminho, usando técnicas que coloquei em prática.

Hoje, sinto que tenho controle da situação e que minha saúde, física e mental, está no melhor ponto. Sinto prazer em comer, sem sentir medo de engordar, culpa ou arrependimento, essas coisas que quase todos nós já sentimos. Isso é maravilhoso! E, no final, me livrei do efeito sanfona e nunca mais passei fome! Também parei de comer como um passarinho. Ninguém merece isso!

Quero te ajudar a chegar nesse ponto. É leve e libertador. Vamos?

Querem saber como superei meu transtorno alimentar, minha relação compulsiva com a comida e meus conflitos com meu corpo?

Índice

1 – Conflitos com a comida e com o corpo

2 – Engordar: o fantasma de muitas pessoas

3 – O lado extremo dos distúrbios alimentares

4 – O estilo de alimentação que mudou minha vida

  • Conflitos com a comida e com o corpo

Meus conflitos com a comida e com meu corpo começaram na adolescência. Aos 14 anos dei uma engordadinha numas férias na casa da avó. Ao voltar para casa, tive que cortar algumas guloseimas para voltar ao peso normal, coisa que antes dessa idade não era necessário fazer. Aos 16, voltei a engordar e fiz a primeira dieta. Segui uma da revista Capricho (quem possui mais de 40 anos já leu Capricho pelo menos uma vez na adolescência) e comecei todo aquele esforço de fazer uma comida separada da família e de não compartilhar da mesma refeição. Bem chato!

Fiz 1 mês certinho e emagreci 4 quilos. Foi estimulante, me senti com poder, e emagrecer não pareceu tão difícil, afinal, quando somos jovens, nosso corpo reage melhor. Só que depois, voltando à rotina normal, não seguindo mais aquela prescrição do que comer…normalmente, o que acontece? Engordamos de volta! Foi o que aconteceu comigo!

Comecei a fazer algo infelizmente bem comum, em especial entre as mulheres: dietas malucas! Um dia inteiro comendo apenas abacaxi, noutro melancia, noutro tomando água com mel… Testando períodos em jejum, comendo apenas salada ou pulando refeições. Nada dava muito resultado.

  • Engordar: o fantasma de muitas pessoas

Na verdade, também fui perdendo o prazer em comer. Ainda assim, o objetivo de emagrecer era constante na minha mente. Mas, nesse época eu ainda não tinha noção de que só seria possível essa transformação através do autoconhecimento e autodesenvolvimento. O fantasma de engordar, cada vez que eu comia, passou a me perturbar. O pensamento obsessivo com comida, com novos métodos de emagrecer, novas metas e promessas passaram a fazer parte do meu cotidiano.

A obsessão no pensamento é um pulo para compulsão. Aos 17 eu já comia totalmente desregulada. Exagerava, ficava empanturrada, em especial com besteiras: sorvete, biscoitos, bolos, doces…. Pensava o tempo todo em comida. É exaustivo, não é? Bem, vou encurtar essa novela, pois ela pode ter muitos capítulos, cheios de detalhes.

O que importa é que cheguei a engordar 25 quilos e passar por muito sofrimento, baixa autoestima, me achar feia etc.

Ah, claro, os métodos malucos para tentar emagrecer, mas que só pioravam minha compulsão, também foram se aprimorando: tentava vomitar, tomava laxante, fazia jejuns…

Nessa época eu já estava na faculdade de Psicologia e comecei a fazer análise. Isso foi fundamental para melhorar minha relação com a comida. Fui, aos poucos, entendendo as questões e significados que estavam na base da minha relação conturbada. Diminui os episódios compulsivos, os pensamentos obsessivos sobre comida … e fui emagrecendo, sem pressão, sem dieta.

  • O lado extremo dos distúrbios alimentares

Como é comum em distúrbios alimentares, cheguei ao lado extremo: o medo de comer qualquer coisa e engordar fez com que eu ficasse com sintomas de anorexia. Ainda não me achava magra, sempre acreditava que poderia perder um pouco mais… hoje vendo as fotos, vejo que não havia diferença entre minhas coxas e minhas canelas! Socorro!

O que podemos concluir aqui é que gorda ou magra, o conflito com a comida e com o corpo pode permanecer e trazer mal-estar e sofrimento.

Até por volta dos meus 25 anos considero que tive, então, distúrbios alimentares. Depois, aos poucos, com muito trabalho psíquico e emocional, fui fazendo as pazes com a comida e com meu corpo. Não os via mais como meus inimigos.

Durante uns 15 anos fiquei em paz comigo mesma. Me sentia bonita, confiante e tinha prazer em comer. Até que fiz 40 anos! Outra fase difícil para a mulher, principalmente pelas mudanças no corpo e no metabolismo! Hormônios, hormônios…

Sem alterar em nada minha alimentação ou rotina de atividade física, comecei a engordar e, mesmo cortando vários alimentos, como doces, cerveja, não conseguia voltar ao peso anterior. Já estava uns 5 quilos acima, mesmo comendo como um passarinho, mesmo tirando toda e qualquer gordura, comendo tudo integral, mesmo seguindo todas as recomendações de uma dieta saudável e emagrecedora. De novo voltava a sensação de descontrole do meu corpo.

Foi aí que conheci uma proposta de estilo de alimentação que mudou minha vida. Numa palestra sobre atividade física para mulheres, o educador físico Paulo Gentil comentou sobre o estilo de alimentação baseado em comida de verdade / low carb, e de como ela era eficiente para a saúde e o emagrecimento.

Clique aqui para ver o trabalho do Paulo Gentil:

  • O estilo de alimentação que mudou minha vida

Eu estava com uns 44 anos. Fiquei intrigada sobre essa nova forma de se alimentar, tão diferente do padrão. Voltei para minha mesa de trabalho e comecei a pesquisar. Que surpresa! Um mundo bem amplo existia fora do paradigma da alimentação light/sem gordura, que eu desconhecia. Comecei a estudar algumas referências na época, cujos links eu deixarei no final desse artigo, e resolvi experimentar esse tipo de alimentação.

Como ainda não estava conseguindo emagrecer, decidi contratar um coach de alimentação, Caio Fleury, da Primal Brasil. Ele já falava sobre como podemos transformar a nossa relação com comida, conquistando essa transformação através do autoconhecimento.

Veja aqui o Instagram do Caio, vale a pena:

Há momentos em que é muito importante a gente pedir ajuda. Não conseguimos dar conta de tudo e isso é normal. Ter uma consultoria nessa transição de estilo de alimentação foi a melhor coisa que fiz. Logo no início, Caio descobriu que a low carb não estava funcionando muito bem para mim porque meu problema era comer pouco. Meu metabolismo estava baixo, acostumado há anos de restrições calóricas, e que por isso estava resistindo a emagrecer.

Foi aí que ele sugeriu que eu comesse mais determinados grupos alimentares, em especial proteina. Resultado: em um mês, sem passar fome (pelo contrário, tinha que me forçar a comer para voltar a me acostumar a comer porções normais), emagreci os quilos acumulados e ainda descobri um jeito muito saudável e gostoso de me alimentar.

Com meu sucesso na perda do peso e com minha alegria com as descobertas, amigos e parentes começaram a pedir dicas. Sempre gostei de ajudar às pessoas, então passei a fazer um “coaching informal” em alimentação.

Coincidentemente, nessa época começamos a atuar na área de educação nutricional no Banco. Ajudei a nutricionista a elaborar o programa de promoção de alimentação saudável, sempre projetando a transformação através do autoconhecimento. Os resultados foram incríveis, muitas pessoas mudaram seus hábitos alimentares e de autocuidado, melhorando a saúde. Foi o programa de maior sucesso!

Desde então, não parei mais de estudar o assunto, fiz a formação de coach e comecei a atender profissionalmente pessoas que tinham as mesmas dificuldades que tive, tanto em processos de coaching, como de terapia (explico essa diferença nesse texto aqui).

A experiência de acompanhar a transformação através do autoconhecimento em outras pessoas é muito prazerosa. Virou meu propósito, como está na moda dizer!

Criei o Programa Alimentarte, totalmente online, para conseguir atingir mais pessoas, mostrando que é possível fazer as pazes com a comida, com o corpo e emagrecer com bem-estar e equilíbrio.

Que tal me acompanhar no Facebook, Instagram e Youtube?

Conheça o Programa Alimentarte.

Links:

Dr.Souto

Lara Nesteruck

Rodrigo Polesso

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